biopsicoenergética . o que é?
A BioPsicoEnergética, que pode ser simplesmente abreviada como BPE, é uma ciência ou síntese multidisciplinar que estuda as energias biopsicológicas, sua natureza, causas e efeitos, assim como sua inter-relação com todos os tipos de energias, sejam estas naturais ou geradas (artificiais). Estuda, portanto, as energias biológicas (de bios=vida) e as psicológicas (psique), suas causas e todas as relações possíveis com todas as outras energias.
As energias naturais são as produzidas pela Natureza: radiações solares, astrais, lunares, energética vegetal, mineral, etc. As energias geradas são as produzidas pelo homem: energias mecânicas, acústicas, elétricas, magnéticas, químicas, ruídos, radiações nucleares, etc. A BPE não pretende fazer simplesmente um estudo enunciativo, mas investigar as causas funcionais que fundamentam a interação entre a energética humana e todas as energias externas.
O objetivo fundamental da BPE é o estudo e conhecimento da cadeia Ser Humano - Natureza - Cosmos, através do denominador comum da Energia. O ser humano é o ente primordial de partida e também de chegada.
A palavra energia provém do grego energes (atuar), que deriva de ergon (obra); ou seja, é equivalente a real, efetivo, aquilo que atua, que produz efeitos. Isto vale tanto para as energias externas, do mundo físico, como para as humanas ou internas e também para os demais reinos da Natureza. Einstein já demonstrou a substancial identidade entre energia e matéria e a possibilidade de transformar uma em outra: a matéria é energia em estado de condensação e a energia é matéria em estado radiante.
A energia é algo de que todos nós falamos, em geral de maneira pouco precisa, e com a qual indicamos cada forma de atividade e de processo. O mundo moderno é baseado no uso e na transformação de cada tipo de energia.
A Física reconhece cinco estados da matéria (ou energia): sólido, líquido, gasoso, eletromagnético (ou radiante) e plásmico; o quinto e último estado, o plásmico, é muito especial e difícil de imaginar, e é ele que constitui 99% do Universo observado. A Física reconhece também que a matéria inerte não existe, que o que parece estático, imóvel, é na realidade um conjunto de partículas em rapidíssimo movimento.
A observação interna das energias é tão válida quanto a externa, e até poder-se-ia dizer que o é mais, porque é mais imediata. A própria noção de energia deriva de sua observação interna antes da externa. A energia é então certa coisa que o ser humano sente interiormente e que depois volta a encontrar fora de si. Se não se considera esta ordem de procedência, facilmente pode-se cair no erro de fazer do fato externo um fenômeno primário e do interno um epifenômeno, ou seja, um fenômeno meramente adicional.
A busca das leis através de suas manifestações (ou seja, as relações entre causas e efeitos) é a proposição metodológica indutiva, que tenta chegar ao conhecimento através do fenômeno, que é a maneira como a substância se manifesta no tempo e no espaço.
Cada ser humano, dependendo do seu grau ou estado de consciência, aprecia um mesmo fenômeno com uma diferente qualificação.
A BPE reconhece que o ser humano é uma estrutura composta pelas mais complexas e variadas energias, e que é possuidor de estados superiores e espirituais com todas as possibilidades de evolução. Ela considera o ser humano como uma unidade biológica-psicológica-energética-espiritual em seu duplo aspecto, inconsciente e consciente, e o enlaça com a Natureza e o Cosmos, inspirada nos princípios da evolução e da Síntese.
Com relação aos alcances da BPE, ela não se orienta para conhecimentos isolados; mesmo que se descrevam aspectos parciais, todos são derivações de uma programática sintética e unificada. Ela atua não apenas teoricamente, mas acima de tudo, praticamente, na integração harmônica do ser humano, desde o individual até o universal.
Finalmente, a BPE é uma Síntese Multidisciplinar de retorno ao Conhecimento Unificado.
04 setembro 2006
29 agosto 2006

consultorias e cerimônias
casaclar@hotmail.com

www.arquiteturaorganica.com.br
A BIOENERGIA
A vida existe graças à energia vital, a bioenergia, que permite o surgimento e reprodução dos seres vivos. Ela encontra-se em qualquer lugar no nosso planeta, porém existem algumas áreas em que se manifesta de forma mais benéfica aos seres humanos.
As aglomerações das cidades podem ser extremamente negativas energeticamente, pelo excesso de pessoas para a bioenergia disponível. Sem dúvida podemos dizer que a maioria das grandes cidades, em especial as de crescimento vertical ( com grandes edifícios, arranhacéus,etc.) são extremamente danosos. Isto se deve não só à desproporção entre energia vital e o número de seres humanos, como também à aglomeração massiva das edificações que acaba por bloquear a bioenergia, ao não deixar espaço para que ela circule de forma adequada.
A vida moderna acaba impondo às pessoas um distanciamento da natureza ao mantê-las a maior parte de seu tempo em ambientes fechados, muitas vezes construídos e organizados de forma bastante prejudicial.
De algum modo, é importante nos darmos conta que acabamos formando um conjunto com a edificação que ocupamos, de forma similar à pele no organismo humano.
É recomendável manter o máximo possível de bioenergia nos espaços em que se desenvolve nossa vida cotidiana, fazendo-a fluir de modo favorável para estimular a vida.
CIRCULAÇÃO DE BIOENERGIA
O fluxo de bioenergia numa edificação, será prejudicial tanto se for acelerado quanto estagnado.
É preciso que sua circulação pelas portas e janelas seja “natural”. Que permita a potencialização da vitalidade dos seus ocupantes, que possibilite o acúmulo de fluxo energético em determinadas áreas, sem perder sua mobilidade.
Que esteja de acordo à função que se exerce em cada ambiente.
UMA CURIOSIDADE: OS ESPAÇOS DA CASA E OS ÓRGÃOS HUMANOS
De acordo com Roman Cano em seu “Manual do Curador de Casas”, podemos estabelecer uma correlação entre os diversos ambientes de uma cas e os órgãos do corpo humano:
A vida existe graças à energia vital, a bioenergia, que permite o surgimento e reprodução dos seres vivos. Ela encontra-se em qualquer lugar no nosso planeta, porém existem algumas áreas em que se manifesta de forma mais benéfica aos seres humanos.
As aglomerações das cidades podem ser extremamente negativas energeticamente, pelo excesso de pessoas para a bioenergia disponível. Sem dúvida podemos dizer que a maioria das grandes cidades, em especial as de crescimento vertical ( com grandes edifícios, arranhacéus,etc.) são extremamente danosos. Isto se deve não só à desproporção entre energia vital e o número de seres humanos, como também à aglomeração massiva das edificações que acaba por bloquear a bioenergia, ao não deixar espaço para que ela circule de forma adequada.
A vida moderna acaba impondo às pessoas um distanciamento da natureza ao mantê-las a maior parte de seu tempo em ambientes fechados, muitas vezes construídos e organizados de forma bastante prejudicial.
De algum modo, é importante nos darmos conta que acabamos formando um conjunto com a edificação que ocupamos, de forma similar à pele no organismo humano.
É recomendável manter o máximo possível de bioenergia nos espaços em que se desenvolve nossa vida cotidiana, fazendo-a fluir de modo favorável para estimular a vida.
CIRCULAÇÃO DE BIOENERGIA
O fluxo de bioenergia numa edificação, será prejudicial tanto se for acelerado quanto estagnado.
É preciso que sua circulação pelas portas e janelas seja “natural”. Que permita a potencialização da vitalidade dos seus ocupantes, que possibilite o acúmulo de fluxo energético em determinadas áreas, sem perder sua mobilidade.
Que esteja de acordo à função que se exerce em cada ambiente.
UMA CURIOSIDADE: OS ESPAÇOS DA CASA E OS ÓRGÃOS HUMANOS
De acordo com Roman Cano em seu “Manual do Curador de Casas”, podemos estabelecer uma correlação entre os diversos ambientes de uma cas e os órgãos do corpo humano:
- Os corredores, vestíbulos, halls, podem ser considerados os condutores (veias ou nervos) que fazem circular a bioenergia em direção aos acumuladores ou quartos da edificação ( pulmões e cérebro).
- As portas e janelas serão as aberturas ( boca ou aparelho excretor) pelas quais entram e saem tanto o fluído vital quanto os resíduos energéticos
- Os móveis, adornos e plantas serão nossa contribuição a esta circulação de energia.
Desta forma será mais fácil entender como circula o fluido vital, assim como a razão de que se formem autênticos bloqueios do mesmo. O bloqueio de bioenergia gera alterações energéticas na edificação e em seus ocupantes.
16 agosto 2006
ENERGIA
A ENFERMIDADE e a CURA
Yaco Albala
Poderíamos dizer que a enfermidade é o trânsito anormal entre a vida do espírito e a vida da forma. Algo se obstrui neste trânsito e vai formando o gérmen de uma enfermidade, que logo é “expulso” pela enfermidade mesma, uma vez que chega ao plano físico.
Toda enfermidade tem sua causa em uma inibição, em uma obstrução. Para averiguar porque alguém se enfermou, dever-se-ia averiguar qual a causa dessa obstrução. Na medida em que o homem não forneça à célula a energia de que necessita para sobreviver _ e vale este termo_ ele se enferma e isto é um aviso para que o homem interno reconsidere a violação, a obstrução e volte à normalidade da vida, à normalidade do planificado.
Em poucas palavras, a enfermidade tem a elevada missão de sintonizar o ser humano com seu ser interno, tendo como marco de referência o corpo físico.
Toda enfermidade parte da inibição da vida do espírito; logo esta inibição será vista em um determinado veículo, quer dizer que se deve escutar esta inibição para poder restituir a normalidade da vida, que logo será herdada pelas células. Segundo a violência, a agressão que a pessoa tenha recebido, advém o tipo de cura que necessita.
Porém, mais que tudo, a cura depende da profundidade da causa. Se há uma causa superficial e que esta tão somente alojada no corpo físico, a alopatia poderá curá-lo. Porém, se há causas mais profundas, será necessário outro tipo de medicina, que pode trabalhar conjuntamente com a alopatia. E assim podemos chegar às curas mais transcendentes ou mágicas.
Há enfermidades nas quais o paciente deve participar, porque o fim da enfermidade é o começo da transformação do ser humano. E, na medida em que o ser humano possa transformar-se é que irá aliviando ao corpo da mensagem da enfermidade. Aí é onde o ser humano pode realmente transformar-se, pode situar-se em outro nível. Ao é onde pode redimir sua natureza humana. A transformação constitui a “saída para cima”. A energia que sai do corpo físico pode adquirir um simbolismo transcendente e ser captada pela consciência, no modo de sair para cima transformar o ser humano, sem deteriorização dos órgãos. Sem laceração da enfermidade. Vale dizer que se a transformação vai se produzindo, pode-se ir atenuando a virulência da enfermidade.
A enfermidade tem uma finalidade: o que se passa se a pessoa vive de antemão esta finalidade? Evita a enfermidade. E se esta já tiver se apresentado, evita o aspecto lacerante da enfermidade. A transformação da consciência sutiliza a energia. Isto em si é quase a mesma coisa, mas já que a vemos como duas maneiras diferentes, vejamos inclusive aonde pode chegar a estar a defasagem. Quer dizer, na parte energética ou na parte consciencial. Em quase todas as enfermidades há uma defasagem energética. Então há que se ver porque a consciência não pode seguir o curso da condensação de energia. E aí temos uma grande chave. Isto sucede porque a consciência não está na altura da evolução energética.
A CURA
Quatro níveis de cura
A Cura através dos Chakras
A Cura Suprafísica
A Cura Simbólica
A Cura Apostólica
A Cura através dos Chakras
O homem está inserido no Cosmos e no Universo. Recebe dele as energias que distribui em seu corpo. E os pontos de entrada dessas energias são os chakras. Então como uma desordem na entrada dessas energias através dos chakras, um bloqueio na entrada ou uma desproporção no trabalho de um chakra ou de outro pode levar o homem a adoecer?
O plexo é o fator dominante.
Em algum sentido é como se tivesse tido uma atitude de consagração através de uma determinada atividade. Que por uma questão qualquer se vê inibida e passa a viver em outro lugar. E não tem expressão toda essa possibilidade e toda essa possível consagração através do que faz.
Então, o que se altera, o que se inibe, o que se interrompe é o fator vida.
Se deve então encontrar algum dos aspectos que de alguma maneira incrementem nova vida, novamente este fator no plexo.
O problema vem através da emoção do plexo. É uma emoção que se vê limitada, que se vê extinguida em algum sentido.
O que mais afeta é a inibição da vida.
O problema está na vida que não se vive e na vida que não se expressa.
RECOBRAR O ASPECTO VIDA DAQUILO QUE FOI INIBIDO.
A Cura Suprafísica
A cura suprafísica fala de níveis etéricos, níveis nitidamente energéticos.
São as enfermidades que provém da vida de relação.
O ser humano, pelo fato de desconhecer-se, permite a entrada de energias totalmente estranhas a ele, que se instalam e formam como que embaixadas. Em algum momento isto tem que sair para fora. O residente, a personalidade, o espírito não pode fazê-lo. Então, em algum momento, um mecanismo X expulsa isso na forma de uma enfermidade.
Curadores podem trabalhar muitíssimo sobre este plano. A imposição das mãos pode dar grandes resultados. Vai depender muito da atitude do paciente.
A cura supra física consiste em compreender como foi o grande esquecimento de si que a pessoa teve, a pouca possessão que teve sobre seu veículo, que de alguma maneira e estranhamente o comparte com muitas influências e se cria um corpo sendo habitado por ele e um conjunto inumerável de influências, que começam a decompor a vida individual da pessoa. Se a pessoa não as identifica, ela termina pensando e sentindo tal qual essas energias e crê que é ela quem pensa e sente assim. Não. São essas energias que pensam e sentem. E aí começa a criar-se a primeira divisão. Essas energias começam a predominar e a invadir o setor da identidade. E uma das formas mais notórias de expulsar essas anomalias é o câncer.É preciso desalojar essas influências e recompor a identidade.
É preciso saber quem a pessoa é antes de toda ajuda energética, suprafísica que possa ter. A ajuda deve ser para que recomponha sua identidade, para que tome posse daquilo que, de alguma maneira cedeu para as influências. Se o pensamento, a mente, o espírito pode identificar essas influências, as desaloja. E se as desaloja, vai ganhando identidade e começando a cura.
Pode ‘fotografar’ a vibração da enfermidade e ser preciso: deste setor veio a enfermidade. E quando se dá conta, isto começa a evaporar-se. E tudo pode começar a mudar.
A Cura Simbólica
É enorme a ação terapêutica do espírito mesmo. Se vale do profundo conceito que tem de síntese. Portanto vê enormes processos sinteticamente, em diminutas porções de tempo. E vê começos e desenlaces, portanto pode muito bem antecipar-se aos fatos e de alguma maneira, também iniciar algum tipo de cura.
É compreender os elevados símbolos que de alguma maneira movem a vida.
A olhada sintética do espírito, produz também uma síntese no paciente. O convida à síntese. E tudo o que, de alguma maneira é avultado, começa a sintetizar-se. Pode também reduzir o panorama da enfermidade. E pode trazer-lhe um resultado muito antes que a evolução da própria enfermidade.
A evolução de uma enfermidade tem um tempo. Pois tem-se que produzir uma transformação muito antes que esse tempo. E ganhar tempo ao tempo.
Pode o homem começar a curar com valores do espírito?
Pode o homem exercer a irradiação de seu próprio espírito? E convocar o espírito do paciente? Pode o homem envolver o paciente, o enfermo com a aura de seu próprio espírito?
A Cura Apostólica
Ordenar aos elementos. Ter poder sobre os elementos. Mandar sobre os elementos. A história mostra que os essênios usavam principalmente esse fator. Eles sabiam como manipular o éter, como produzir a obediência dos elementos. Provocar esta obediência é um ato muito grande. E o primeiro que se tem que vencer é a si mesmo. Crer isso! Porque tem-se que ter a total convicção de que isto é factível.
Mais informações: casaclar@hotmail.com
A ENFERMIDADE e a CURA
Yaco Albala
Poderíamos dizer que a enfermidade é o trânsito anormal entre a vida do espírito e a vida da forma. Algo se obstrui neste trânsito e vai formando o gérmen de uma enfermidade, que logo é “expulso” pela enfermidade mesma, uma vez que chega ao plano físico.
Toda enfermidade tem sua causa em uma inibição, em uma obstrução. Para averiguar porque alguém se enfermou, dever-se-ia averiguar qual a causa dessa obstrução. Na medida em que o homem não forneça à célula a energia de que necessita para sobreviver _ e vale este termo_ ele se enferma e isto é um aviso para que o homem interno reconsidere a violação, a obstrução e volte à normalidade da vida, à normalidade do planificado.
Em poucas palavras, a enfermidade tem a elevada missão de sintonizar o ser humano com seu ser interno, tendo como marco de referência o corpo físico.
Toda enfermidade parte da inibição da vida do espírito; logo esta inibição será vista em um determinado veículo, quer dizer que se deve escutar esta inibição para poder restituir a normalidade da vida, que logo será herdada pelas células. Segundo a violência, a agressão que a pessoa tenha recebido, advém o tipo de cura que necessita.
Porém, mais que tudo, a cura depende da profundidade da causa. Se há uma causa superficial e que esta tão somente alojada no corpo físico, a alopatia poderá curá-lo. Porém, se há causas mais profundas, será necessário outro tipo de medicina, que pode trabalhar conjuntamente com a alopatia. E assim podemos chegar às curas mais transcendentes ou mágicas.
Há enfermidades nas quais o paciente deve participar, porque o fim da enfermidade é o começo da transformação do ser humano. E, na medida em que o ser humano possa transformar-se é que irá aliviando ao corpo da mensagem da enfermidade. Aí é onde o ser humano pode realmente transformar-se, pode situar-se em outro nível. Ao é onde pode redimir sua natureza humana. A transformação constitui a “saída para cima”. A energia que sai do corpo físico pode adquirir um simbolismo transcendente e ser captada pela consciência, no modo de sair para cima transformar o ser humano, sem deteriorização dos órgãos. Sem laceração da enfermidade. Vale dizer que se a transformação vai se produzindo, pode-se ir atenuando a virulência da enfermidade.
A enfermidade tem uma finalidade: o que se passa se a pessoa vive de antemão esta finalidade? Evita a enfermidade. E se esta já tiver se apresentado, evita o aspecto lacerante da enfermidade. A transformação da consciência sutiliza a energia. Isto em si é quase a mesma coisa, mas já que a vemos como duas maneiras diferentes, vejamos inclusive aonde pode chegar a estar a defasagem. Quer dizer, na parte energética ou na parte consciencial. Em quase todas as enfermidades há uma defasagem energética. Então há que se ver porque a consciência não pode seguir o curso da condensação de energia. E aí temos uma grande chave. Isto sucede porque a consciência não está na altura da evolução energética.
A CURA
Quatro níveis de cura
A Cura através dos Chakras
A Cura Suprafísica
A Cura Simbólica
A Cura Apostólica
A Cura através dos Chakras
O homem está inserido no Cosmos e no Universo. Recebe dele as energias que distribui em seu corpo. E os pontos de entrada dessas energias são os chakras. Então como uma desordem na entrada dessas energias através dos chakras, um bloqueio na entrada ou uma desproporção no trabalho de um chakra ou de outro pode levar o homem a adoecer?
O plexo é o fator dominante.
Em algum sentido é como se tivesse tido uma atitude de consagração através de uma determinada atividade. Que por uma questão qualquer se vê inibida e passa a viver em outro lugar. E não tem expressão toda essa possibilidade e toda essa possível consagração através do que faz.
Então, o que se altera, o que se inibe, o que se interrompe é o fator vida.
Se deve então encontrar algum dos aspectos que de alguma maneira incrementem nova vida, novamente este fator no plexo.
O problema vem através da emoção do plexo. É uma emoção que se vê limitada, que se vê extinguida em algum sentido.
O que mais afeta é a inibição da vida.
O problema está na vida que não se vive e na vida que não se expressa.
RECOBRAR O ASPECTO VIDA DAQUILO QUE FOI INIBIDO.
A Cura Suprafísica
A cura suprafísica fala de níveis etéricos, níveis nitidamente energéticos.
São as enfermidades que provém da vida de relação.
O ser humano, pelo fato de desconhecer-se, permite a entrada de energias totalmente estranhas a ele, que se instalam e formam como que embaixadas. Em algum momento isto tem que sair para fora. O residente, a personalidade, o espírito não pode fazê-lo. Então, em algum momento, um mecanismo X expulsa isso na forma de uma enfermidade.
Curadores podem trabalhar muitíssimo sobre este plano. A imposição das mãos pode dar grandes resultados. Vai depender muito da atitude do paciente.
A cura supra física consiste em compreender como foi o grande esquecimento de si que a pessoa teve, a pouca possessão que teve sobre seu veículo, que de alguma maneira e estranhamente o comparte com muitas influências e se cria um corpo sendo habitado por ele e um conjunto inumerável de influências, que começam a decompor a vida individual da pessoa. Se a pessoa não as identifica, ela termina pensando e sentindo tal qual essas energias e crê que é ela quem pensa e sente assim. Não. São essas energias que pensam e sentem. E aí começa a criar-se a primeira divisão. Essas energias começam a predominar e a invadir o setor da identidade. E uma das formas mais notórias de expulsar essas anomalias é o câncer.É preciso desalojar essas influências e recompor a identidade.
É preciso saber quem a pessoa é antes de toda ajuda energética, suprafísica que possa ter. A ajuda deve ser para que recomponha sua identidade, para que tome posse daquilo que, de alguma maneira cedeu para as influências. Se o pensamento, a mente, o espírito pode identificar essas influências, as desaloja. E se as desaloja, vai ganhando identidade e começando a cura.
Pode ‘fotografar’ a vibração da enfermidade e ser preciso: deste setor veio a enfermidade. E quando se dá conta, isto começa a evaporar-se. E tudo pode começar a mudar.
A Cura Simbólica
É enorme a ação terapêutica do espírito mesmo. Se vale do profundo conceito que tem de síntese. Portanto vê enormes processos sinteticamente, em diminutas porções de tempo. E vê começos e desenlaces, portanto pode muito bem antecipar-se aos fatos e de alguma maneira, também iniciar algum tipo de cura.
É compreender os elevados símbolos que de alguma maneira movem a vida.
A olhada sintética do espírito, produz também uma síntese no paciente. O convida à síntese. E tudo o que, de alguma maneira é avultado, começa a sintetizar-se. Pode também reduzir o panorama da enfermidade. E pode trazer-lhe um resultado muito antes que a evolução da própria enfermidade.
A evolução de uma enfermidade tem um tempo. Pois tem-se que produzir uma transformação muito antes que esse tempo. E ganhar tempo ao tempo.
Pode o homem começar a curar com valores do espírito?
Pode o homem exercer a irradiação de seu próprio espírito? E convocar o espírito do paciente? Pode o homem envolver o paciente, o enfermo com a aura de seu próprio espírito?
A Cura Apostólica
Ordenar aos elementos. Ter poder sobre os elementos. Mandar sobre os elementos. A história mostra que os essênios usavam principalmente esse fator. Eles sabiam como manipular o éter, como produzir a obediência dos elementos. Provocar esta obediência é um ato muito grande. E o primeiro que se tem que vencer é a si mesmo. Crer isso! Porque tem-se que ter a total convicção de que isto é factível.
Mais informações: casaclar@hotmail.com
Assinar:
Postagens (Atom)